Mantenha a piscina limpa e tratada

Infectologista orienta para atenção redobrada com higiene na área de lazer e garante que vírus não resiste ao desinfetante clorado.

A ANAPP reforça o alerta para que a população adote cuidados preventivos contra a doença respiratória Covid 19 – provocada pelo novo coronavírus. A Associaçãoentende a importância de, no atual momento, levar às empresas e aos profissionais do setor, que atuam como agentes multiplicadores de conhecimento para o consumidor, informações técnicas. A entidade destaca as orientações dos agentes públicos e médicos especialistas, como evitar aglomerações, sem contato físico com outras pessoas – apertos de mão, abraços e beijos – e mãos sempre limpas e etiqueta social ao tossir ou espirrar. Outro aspecto é manter a água da piscina limpa e tratada para evitar o mosquito da Dengue.

Em entrevista à Revista ANAPP, o médico infectologista Marcos Antonio Cyrillo e diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia e do hospital IGESP (Instituto de Gastroenterologia de São Paulo) observa a importância de concentrar a atenção aos cuidados sanitários na área de piscinas e também pessoais. Vale lembrar, ainda, que a recomendação vale para o entorno e outras áreas de convivências e condomínios, clubes e etc.

ANAPP – Neste momento de propagação do coronavírus, frequentar as piscinas aumenta o risco de contaminação ou apenas devem ser intensificados os cuidados sanitários praticados pelos parques aquáticos, academias de natação, clubes, hotéis e condomínios com piscina?

Marcos Cyrillo – Considero que os cuidados praticados atualmente são adequados à prevenção do coronavírus. E sabemos da possibilidade da transmissão por fezes (o que serve de alerta).

ANAPP – Quais as recomendações para as pessoas que frequentam piscinas?

MC – Elas devem avaliar prioritariamente as condições de higiene dos locais e adotar medidas de proteção. Por exemplo, caso apresentem doenças respiratórias, gastrointestinais ou de pele não devem frequentar as piscinas. Outro cuidado essencial é adotar bons hábitos de higiene, utilizar a etiqueta da tosse (cobrir a boca e o nariz com a parte interna do braço), levar uma vida saudável para manter a imunidade (alimentação adequada, não fumar, dormir adequadamente, beber água regularmente e não ingerir álcool em excesso).

ANAPP – Quais as recomendações para clubes, parques aquáticos, academias de natação, clubes, hotéis e condomínios com piscina?

MC – Os clubes devem realizar exames médicos periódicos. As pessoas com sintomas respiratórios ou lesões de pele devem ser orientadas a procurar atendimento médico antes de frequentar as piscinas. É importante ainda que o controle da água e da cloração seja realizado com base na legislação e seguindo orientação dos textos técnicos das empresas do ramo. Essas regras devem ser aplicadas em todos os locais com piscina, independente da sua característica.

Marcos Cyrillo, infectologista: exames periódicos são  essenciais

ANAPP – Uma piscina com água tratada adequadamente, com concentração de residual de cloro entre 1 e 3 ppm, pode ser considerada imune ao coronavírus?

MC – Sim, pois o coronavírus é um vírus envelopado. Não é resistente aos desinfetantes clorados. Dessa forma, a utilização correta destes compostos tem a capacidade de eliminá-lo do meio ambiente.

Fonte: Revista ANAPP Edição 150

Atenção com os raios!

Embora sejam raros os acidentes, especialistas recomendam ao banhista sair da piscina e procurar abrigo em um imóvel ou dentro de um carro fechado

Os estados de Minas Gerais e Espírito Santo sofreram com o grande volume de chuva em janeiro. Cenas de alagamentos nos centros urbanos, córregos transbordando e deslizamentos de terra chocaram o País. Junto com a tempestade, a população se assusta também com relâmpagos, raios e trovões. O Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), explica a diferença entre os fenômenos. Relâmpagos são as descargas elétricas que ocorrem entre nuvens de tempestades. Os raios são descargas que, saindo da nuvem, atingem o solo. Apesar do barulho, o trovão – som produzido pelo rápido aquecimento e expansão do ar na região da atmosfera onde a corrente elétrica do raio circula é considerado inofensivo. Mas o deslocamento de ar é capaz de derrubar uma pessoa, caso esteja muito perto do local de incidência, podendo causar até a morte.

O ELAT disponibiliza uma cartilha detalhando os procedimentos para se proteger contra os raios. De acordo com a publicação, a possibilidade de uma pessoa morrer atingida por um raio é de 0,8 por 1 milhão de habitantes por ano no Brasil. Mas a probabilidade pode ser maior – da ordem de um para mil – dependendo de onde ela está e do que está fazendo durante a tempestade. Quando o assunto é piscina, o fundador e diretor médico da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), David Szpilman, afirma que a maior preocupação é com os raios. Ele argumenta que a pessoa dentro da água é o ponto mais alto e, assim, mais vulnerável aos raios. Embora sejam raros os casos de mortes por descarga elétrica, ninguém está 100% seguro, alerta o médico. “A nossa orientação é: assim que a pessoa visualizar o relâmpago e ouvir o barulho do trovão, que saia imediatamente da piscina”. O ELAT/INPE (veja quadro) sugere que a pessoa não fique parada na beira da piscina ao ar livre e procure abrigo dentro de casa ou em um carro não conversível. Segundo o INPE, as mortes, em geral, são provocadas por descargas indiretas, que vem, por exemplo, pelo chão. As descargas também provocam incêndios ou queda de linhas de energia, o que pode atingir uma pessoa.

David Szpilman aborda as piscinas ao ar livre em residências e prédios, com para-raios, e as piscinas cobertas. No caso das cobertas, ele e o físico Wado Del Cima produziram um boletim em que analisam as estruturas metálicas presentes na cobertura e entorno da piscina. Segundo o texto, a cobertura da piscina feita de alumínio, estrutura metálica, concreto, tijolos e ferragens (ou a combinação destes) funciona como uma “Gaiola de Faraday” (blindagem elétrica), dando proteção elétrica. Entretanto, no caso específico da piscina coberta, David Szpilman diz que a água pode conduzir a descarga elétrica e, através das tubulações no seu entorno, atingir uma pessoa. “Não há no momento registro desse tipo de caso, mas a revocadas por descargas indiretas, que vem, por exemplo, pelo chão. As descargas também provocam incêndios ou queda de linhas de energia, o que pode atingir uma pessoa. David Szpilman aborda as piscinas ao ar livre em residências e prédios, com para raios, e as piscinas cobertas. No caso das cobertas, ele e o físico Wado Del Cima produziram um boletim em que analisam as estruturas metálicas presentes na cobertura e entorno da piscina. Segundo o texto, a cobertura da piscina feita de alumínio, estrutura metálica, concreto, tijolos e ferragens (ou a combinação destes) funciona como uma “Gaiola de Faraday” (blindagem elétrica), dando proteção elétrica. Entretanto, no caso específico da piscina coberta, David Szpilman diz que a água pode conduzir a descarga elétrica e, através das tubulações no seu entorno, atingir uma pessoa. “Não há no momento registro desse tipo de caso, mas a recomendação é prudência, porque não são feitos testes dos materiais (de composição diferente), portanto, não existe segurança total”, reforça o fundador da Sobrasa.

 

Fonte: Revista ANAPP Edição 149

CUIDADOS AO USAR PRODUTOS QUÍMICOS , FIQUE ATENTO.

O manuseio correto do produto é essencial para a segurança dos operadores e a qualidade da água da piscina.

MANUSEIO:

  • Leia as instruções do rótulo com cuidado;
  • Não misture os produtos, aplique um produto de cada vez e respeite o intervalo entre as aplicações;
  • Use somente produtos específicos para a água da piscina;
  • Manuseie os produtos em local seco e arejado, use luvas, se necessário óculos e máscara;
  • Certifique-se de que os produtos estão bem fechados após o uso;
  • Não utilize recipientes de produtos químicos antigos ou dosadores de outros produtos;
  • Adicione o produto na água e nunca o contrário.
  • Não adicione os produtos diretamente no skimmer. Se as instruções sugerem diluição em água, em primeiro lugar, use uma embalagem plástica e limpa, com água da piscina, em seguida, adicione o produto á água. Leia as instruções!
  • Sempre utilize um balde e um dosador limpo, designados apenas para o produto químico;

TRANSPORTE:

  • Organize os produtos de forma segura, de modo que os produtos não se movam;
  • Separe os produtos químicos incompatíveis, oxidantes e ácidos;
  • Não carregue embalagens danificadas;
  • Não mantenha os produtos por muito tempo no veículo;

ARMAZENAGEM:

  • Na armazenagem, mantenha os produtos separados uns dos outros. Jamais misture produtos químicos. Reações violentas podem ocorrer, como: combustão, desprendimento de gás;
  • Mantenha os produtos químicos em local coberto, fresco, seco e bem ventilado, com a entrada bloqueada, para evitar entradas indevidas;
  • Não fume no momento do manuseio;
  • Mantenha os produtos fora do alcance de crianças e animais de estimação;
  • Não empilhe recipientes de produtos químicos e nunca armazene próximo a outros inflamáveis;

Analise a água de piscina regularmente com o auxílio de testes precisos.

Como regra geral, quanto maior a frequência, mais vezes você deve analisar a água.

O manuseio correto do produto é essencial para a segurança dos operadores e a qualidade da água da piscina.

Fonte: Blog HidroAll

MITOS SOBRE O CLORO, SUPERESTABILIZAÇÃO.

 

Denomina-se superestabilização a presença em excesso do ácido cianúrico, o excesso pode impedir a ação do ácido hipocloroso (cloro residual livre) sobre os micro-organismos.

Os derivados clorados orgânicos (dicloroisocianurato de sódio e ácido tricloroisocianúrico) quando utilizados no processo de desinfecção tem menor probabilidade de formação do ácido cianúrico na solução aquosa se comparados com o uso de derivados clorados inorgânicos (cloro gás, hipoclorito de sódio, hipoclorito de cálcio), quando utilizados simultaneamente com a dosagem de ácido cinaúrico (puro).

O ácido cianúrico gerado pelos derivados clorados orgânicos, em função do pH, estarão na forma de íons (partículas carregadas) e para que ocorra a superestabilização é necessário que o ácido cinaúrico esteja em forma não dissociada. Na faixa de pH próximo da neutralidade de 7,2 a 7,6 vamos encontrar em torno de 99,7 a 99,8% o ácido cianúrico na forma dissociada (cianurato) o que impossibilita o processo de superestabilização.

Porcentagem de ácido cinaúrico e cianurato em relação ao pH
pH Ácido Cianúrico (%) Cianurato (%)
0,74 99,99 0,01
2,74 99 1
3,47 95 5
3,79 90 10
3,84 80 20
4,38 70 30
4,57 60 40
4,74 50 50
4,92 40 60
5,11 30 70
5,35 20 80
5,7 10 90
6,02 5 95
6,74 1 99
7,26 0,3 99,7
7,44 0,2 99,8
8,74 0,1 99,99

Os cloros orgânicos, por sua estrutura química são vinculados à presença de ácido cianúrico. Mas, deve ser ressaltado que o dicloroisocianurato de sódio no seu processo de dissociação na água leva a formação do cianurato de sódio e não na formação de ácido cianúrico.

As informações apresentadas mostram que o processo de superestabilização só é possível em pH muito baixo, inferior a 4,74;

Referência:

Piscinas Água & Tratamento & Química – Jorge Antônio Barros de Macêdo

Fonte: Blog HidroAll

PISCINA MAIS SEGURA, DIVERSÃO SAUDÁVEL!

A Sociedade Brasiliera de Salvamento Aquático destaca algumas medidas que podem evitar acidentes envolvendo crianças em piscinas residenciais:

– Brinque na água e ensine a criança a boiar a partir dos 6 meses de idade, aulas de natação a partir dos 2 anos. Não deixe seu filho sozinho na piscina ainda que ele saiba nadar.
– Se precisar afastar-se da piscina para atender um telefone, campanhia ou mesmo pegar uma toalha, leve sempre seu filho com você.
– Incentive o uso de coletes salva-vidas para crianças menores e pessoas sem conhecimento de natação. Evite o uso de bóias de braço, pranchas, pneus e bolas, elas transmitem falsa impressão de segurança.
– Evite brinquedos próximos à piscina, isso atrai muito as crianças e aumenta o risco.
– O acesso deve ser restrito, mantenha a piscina isolada das crianças com uso de cerca ou grade transparente e use um portão que tenha uma tranca automática a uma altura que seu filho não possa abrir sozinho.
– Tenha um sistema anti-aspiração de cabelo e corpo, e sempre que utilizar a piscina, mantenha a bomba desligada.
Aos adultos:

– Não permita mergulhos de cabeça em locais rasos.

– Evite ingerir bebidas alcoólicas e alimentos pesados antes do banho de piscina.

– Não permita competições de prender a respiração embaixo da água.

– Lembre-se de contratar um guarda-vidas se você for fazer uma festa com piscina em sua casa.

Fonte: SOBRASA

(Matéria retirada do Blog da Hidroall)

Piscinas de borda infinita – processo de construção

Não tem quem não fique intrigado e admirado com a beleza de uma piscina infinita. Por isto, geralmente vêm à mente, como ela é feita e por que deste efeito tão encantador? A maior parte da bela aparência causada por uma piscina infinita está diretamente relacionada com a sua localização, ou seja, a vista e o meio ambiente. A “continuidade” da piscina pode ser uma variedade de coisas, desde o horizonte, o mar ou o rio. Este tipo de piscina funciona muito bem em locais mais elevados (como no caso de um prédio), o que confere à piscina infinita o efeito de estar suspensa. No caso de locais mais planos, será fundamental criar um cenário de fundo atrativo para a piscina infinita.

Apesar da ilusão criada por uma piscina infinita possa parecer que este tipo de piscina tem apenas três paredes, a verdade é que isso não é correto. A quarta parede, que parece não existir, está de fato erguida abaixo do nível de água, o que permite o escoamento da água num efeito tipo-cascata sobre essa borda. Do outro lado dessa parede “invisível” terá de existir um reservatório que acumula a água e a coloca de novo a circular dentro da piscina, a escolha da bomba correta para dar o efeito cascata é muito importante.

Que tal fazermos um projeto 3d e construir uma dessas no seu ambiente ? Fale com a Emporium Piscinas!!

 

Fonte: http://bordadepiscina.com.br/